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Os Meus Nobel

Aqui encontra informação sobre a vida e a obra de grandes escritores, galardoados com o Prémio Nobel de Literatura ou não, minhas recensões de livros, textos de minha autoria e notícias literárias

Os Meus Nobel

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Lisboa Noir: O Ano Negro de 1929

Vibarao, 22.09.25

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"Lisboa Noir: O Ano Negro de 1929" de Luís Corte Real

"Lisboa Noir: O Ano Negro de 1929" é uma distopia que mergulha o leitor na atmosfera densa, misteriosa e opressiva de uma Lisboa alternativa no ano de 1929, um ano marcante da História. Baseada na hipótese de D. Miguel e os absolutistas terem ganhado as guerras liberais em Portugal, combina elementos do romance policial, do fantástico e do horror com elementos históricos, fundindo História real com História ficcionada. Desta forma, o autor constrói um retrato vívido de um Portugal diferente daquele que o país viveu, mas nem por isso menos marcado pelas inquietações políticas, sociais e culturais na época.

 

Reinos Bastardos

Vibarao, 04.04.25

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“Reinos Bastardos” de Luís Corte Real

Neste primeiro volume de “Canção de Runa”, Luís Corte Real surpreendeu-me mais uma vez, revelando-se um autor multifacetado, movimentando-se com o mesmo à-vontade por qualquer dos vários subgéneros do fantástico. Depois de deliciar os seus leitores pelos terrenos do horror com as aventuras do sinistro Benjamim Tormenta, o Detetive do Oculto; depois de nos levar a passear pela capital do Quinto Império no mundo alternativo do primeiro volume de “Lisboa Noir”,  cujo segundo volume aguardamos para breve com a maior expetativa; surpreendeu, mais uma vez, com este primeiro volume de uma nova série, onde se movimentam humanos e ogres, para já não falar dos velhos Arcanos vindos das estrelas em tempos imemoriais.

 

Lisboa Noir

Vibarao, 01.07.24

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Comentário ao livro “Lisboa Noir” de Luís Corte-Real

Com muito atraso, não por falta de vontade, mas por falta de tempo, consegui ler esta obra do nosso querido Luís Corte-Real.  E aqui estou para dar conta da minha opinião sobre esta sua terceira obra.

“Lisboa Noir” não segue a linha das anteriores obras, em que o herói é o tenebroso detetive do oculto Benjamim Tormenta, embora tenha como protagonista outro não menos improvável detetive. Pode enquadrar-se no subgénero da fantasia conhecido por distopia, embora não se refira a um futuro mais ou menos distante, mas sim a um passado não muito distante. Eu explico:

 

O Deus das Moscas Tem Fome

Vibarao, 14.04.23

O Deus das Moscas Tem Fome.jpg

Comentário ao livro “O DEUS DAS MOSCAS TEM FOME” de Luís Corte Real

Admitindo que alguém menos familiarizado com o mundo dos livros em Portugal não o conheça, começo por informar que o autor deste livro, Luís Corte Real, é o fundador e editor da Saída de Emergência, uma editora que há quase 20 anos se dedica à literatura de fantasia em Portugal. Foi ele que lançou no nosso País, por exemplo, a escritora Nora Roberts com extraordinário sucesso. Foi ele que criou a mítica coleção “Bang!” e a “Revista Bang!”, uma revista semestral gratuita dedicada à fantasia, ficção científica e horror. Foi ele que editou entre nós sagas como “As Crónicas de Gelo e Fogo”, “Predadores da Noite”, “Sangue Fresco”, “Casa da Noite” ou “The Witcher”, o mais recente sucesso, entre muitas outras.

Pois Luís Corte Real resolveu concretizar um sonho antigo: lançar a sua própria saga de horror. E em boa hora o fez, porque este primeiro livro de “Benjamim Tormenta”, o Detetive do Oculto que se passeia pelas ruas de Lisboa em pleno século XIX e resolve os estranhos casos de polícia que mais ninguém consegue resolver, é positivamente uma obra de arte, digna de um Lovecraft, um Conan Doyle, um Bram Stoker, um Clive Barker ou um Stephen King.

 

Assim Falou a Serpente

Vibarao, 02.05.22

Assim falou a serpente.png

Comentário ao livro “ASSIM FALOU A SERPENTE” de Luís Corte Real

Chegou o novo volume da saga de Benjamim Tormenta, o detetive português do oculto de finais do século XIX! Como não podia deixar de ser, encomendei em pré-venda e aguardei ansiosamente a sua chegada. O livro não defraudou as expetativas e, depois de lido sem grande atraso, mas com mais demora do que eu desejava, cá fica a minha opinião.

Assim Falou a Serpente” apresenta-nos um novo conjunto de contos ao género dos que preenchem o volume “O Deus das Moscas Tem Fome”, desta vez cinco, em vez de seis. Um deles é o contributo de um autor convidado, desta vez Luís Filipe Silva, o conhecido autor de ficção científica e fantasia. São três histórias curtas seguidas do texto do convidado, terminando com o prato forte, que é a história que dá o nome ao livro e ocupa metade do volume.

 

 

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