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Os Meus Nobel

Aqui encontra informação sobre a vida e a obra de grandes escritores, galardoados com o Prémio Nobel de Literatura ou não, minhas recensões de livros, textos de minha autoria e notícias literárias

Os Meus Nobel

Aqui encontra informação sobre a vida e a obra de grandes escritores, galardoados com o Prémio Nobel de Literatura ou não, minhas recensões de livros, textos de minha autoria e notícias literárias

Pastoral Americana

Vibarao, 30.07.25

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"Pastoral Americana" de Philip Roth

Lançado em 1997, "Pastoral Americana" de Philip Roth é uma das obras-primas incontestáveis da literatura contemporânea norte-americana, laureada com o Prémio Pulitzer de Ficção em 1998. Trata-se de um romance grandioso, que desafia a perceção tradicional do “sonho americano”, lançando luz sobre as suas sombras e fissuras mais profundas. Roth constrói um retrato intimista e devastador de uma família aparentemente perfeita, cujas vidas são irremediavelmente destroçadas pelos ventos turbulentos da História e pelas contradições da sociedade dos Estados Unidos.

 

André topa-tudo no país dos gigantes

Vibarao, 22.07.25

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“André topa-tudo no país dos gigantes” de António Torrado

André é um recém-nascido, dotado de uma extrema lucidez e que nos dá conta das suas impressões acerca do mundo e das pessoas, transportando-nos para um fabuloso campo de hipóteses.

Quando se mete na cabeça de um cientista que os bebés podem nascer já instruídos, a falarem de História, de Astronomia e outras ciências, como velhos sábios, tudo passa a ser possível. Os Mouratos, que são uma família igual a tantas outras, sujeitam-se à experiência. Mal sabem eles no que se meteram!

 

Os cavalos também se abatem

Vibarao, 16.07.25

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Os cavalos também se abatem de Horace McCoy

“Os Cavalos Também se Abatem”, publicado originalmente em 1935, é uma das obras mais poderosas, mais negras e mais devastadoras da literatura norte-americana. Situado no contexto da Grande Depressão, o livro oferece um retrato cru da vulnerabilidade humana, da luta pela sobrevivência e do vazio existencial de uma sociedade à deriva.

 

2084 O fim do mundo

Vibarao, 15.07.25

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"2084 O fim do mundo" de Boualem Sansal

"2084 O fim do mundo" é uma ousada distopia que é fácil para o leitor associar a "1984" de George Orwell e a "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley, os grandes clássicos que nos mostram sociedades futuras, onde a vida dos indivíduos é controlada pelos detentores do poder, nos mais ínfimos pormenores. A diferença é que o tema é muito mais atual, pois este romance foi escrito no século XXI e a sua visão provocadora centra-se no pensamento e na ação dos extremistas islâmicos e também no controlo absoluto da sociedade preconizado pelos partidos e organizações extremistas cuja implantação está a crescer.

 

O ADMINISTRADOR DESONESTO - Parábolas do nosso tempo (7)

Vibarao, 09.07.25

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Naquele tempo...

Disse Jesus aos seus discípulos: «Um homem rico tinha um administrador, que foi denunciado por andar a desperdiçar os seus bens. Mandou chamá-lo e disse-lhe: 'Que é isto que ouço dizer de ti? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar'. O administrador disse consigo: 'Que hei de fazer, agora que o meu senhor me vai tirar a administração? Para cavar não tenho força, de mendigar tenho vergonha. Já sei o que hei de fazer'. [Chamou os diversos devedores do seu senhor e, um a um, em segredo, reduziu-lhe as suas dívidas, para arranjar amigos que o recebessem em sua casa] E o senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. De facto, os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes. LC. 16, 1-4; 8-9)

 

Os Três Mosqueteiros

Vibarao, 08.07.25

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"Os Três Mosqueteiros" de Alexandre Dumas

Ao abrir as páginas de “Os Três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas, o leitor é imediatamente transportado para uma França do século XVII repleta de duelos, conspirações e um espírito de camaradagem que tornou este romance um dos pilares da literatura de aventuras. Publicada originalmente em 1844, a obra permanece até hoje vibrante, graças ao seu ritmo acelerado, aos personagens carismáticos e às reviravoltas constantes que Dumas tão magistralmente orquestra.

 

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